domingo, 26 de fevereiro de 2012

Tsunami literário


Tsunami Literário





A primeira coisa que salta aos sentidos de quem entra num hospital é o cheiro. Em pacientes  recebendo tiazidas, podem ocorrer reações de hipersensibilidade com ou sem história de alergia ou asma brônquica.

Já sei todas as noticias, li o jornal pela manhã. Eles pensam que enganam quem?  A mim é que não!

Sem a Bíblia do Rei James, Obama não teria dado o que é de certo modo a cor profética de sua ascensão ao poder.

Mesmo hoje, ele não descansa. Enquanto os atores estão atuando, observa as cenas de pé, do canto da platéia, quase como se quisesse tomar parte do espetáculo.

São as máfias dos remédios, dos equipamentos, dos funerais, dos falsos atestados, dos desvios de verba e de tudo mais que adeja como abutre por cima da saúde pública. Pensando bem, nada aqui muda.

O barco seguiu costeando, sem que os selvagens papuas da ilha dessem sinais de vida.  Os homens estão indignados. Esses cachorros já criaram problemas demais para a gente, dizem eles. Basta. Desta vez, devíamos destruir o Paquistão completamente.

E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra consternações das gentes pela confusão em que as porá o bramido do mar, e das ondas.

Passará o céu e a terra, mas  minhas palavras não passarão.



( Trechos colados  de jornais, romances, bíblia, bula de remédio

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